calendarioPublicado em 11 de maio de 2017 - Por Mariana Castro

Dentre os mais de 48 milhões de lares brasileiros, 46% possuem animais de estimação, segundo uma pesquisa da Nielsen. Tratados como membros da família, os pets nunca são deixados de lado. Por isso, está cada vez mais comum encontrar lugares pet friendly, que permitem a presença de animais.

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Desde locais de lazer, como restaurantes e hotéis, até serviços, como salões de beleza, os estabelecimentos estão fazendo algumas adaptações para receber os animais com cuidado e carinho. Mas, para garantir a segurança do animal e dos demais clientes, os tutores devem se atentar às regras de boa convivência e tomar algumas providências antes de levar seus pets a estes lugares.

O tutor deve fazer o controle de parasitas no cão, de acordo com as instruções de um médico veterinário. O ideal é que os cachorros tomem banho a cada quinze dias para ajudar no controle de pulgas e carrapatos. “A castração também previne diversas doenças, além de uma procriação indesejada. Mas, é preciso verificar sua necessidade junto ao médico”, orienta Carla Storino Bernardes, veterinária da Cobasi.

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No estabelecimento, é interessante observar o comportamento dos animais ao redor para se certificar de que eles não são agressivos. “Nesses casos, o tutor geralmente não permite a aproximação de outros cachorros ou evita frequentar locais pet friendly”, afirma a especialista. Também é importante se certificar de que seu cachorro responde a comandos, uma vez que obediência é fundamental quando se está em um ambiente com vários animais.

Geralmente, esses lugares têm regras para manter a ordem e a segurança de todos. Algumas delas são usar coleira e guia e, mesmo nas áreas em que o cão pode ser solto, o tutor deve acompanhá-lo a todo momento. Assim como em qualquer passeio, é imprescindível levar sacos plásticos para recolher as fezes do animal. “Uma boa dica é separar um pouco de ração ou sachê para uma emergência”, diz Carla.

Foto: Getty Images

Mariana Castro

No processo de se formar em jornalismo e convencer a mãe a ter um cachorrinho, sendo o segundo muito mais desafiador. No momento, o mais próximo que tem de algo de estimação é seu cacto, a Amélia. Enquanto isso, segue escrevendo e se apaixonando por vira-latas de terceiros.

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