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Pet Hotel ou Dog Sitter: Qual a melhor opção para o seu bichinho nas férias?

calendarioPublicado em 8 de jul de 2016 - Por Carolina Romanini

As férias chegam e nem sempre podemos viajar com os nossos peludos. Na falta de um amigo ou familiar que possa cuidar do pet, o que devemos fazer? Qual é a melhor opção: procurar um pet hotel, recorrer a sites de hospedagem domiciliar ou contratar um dog sitter para cuidar do cachorro na sua casa? A especialista Ariadne Cardeliquio, adestradora da Cão Cidadão, dá as dicas.

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Antes de qualquer coisa, é importante se certificar de que o hotel ou o profissional escolhido sejam qualificados, seguros, de confiança e que tratem o seu companheiro com muito amor. A ordem número um é observar e testar os diferentes tipos de hospedagem para ver com qual delas o seu pet se adapta melhor.

Comportamento do cão

Entender o seu cão é fundamental. Animais ativos, brincalhões e socializados talvez fiquem mais felizes ao passar uma temporada em um hotel, pois terão a companhia de outros pets e poderão interagir com humanos o tempo todo. Isso poderá fazer com que ele sinta menos falta do dono.

Ferryboat

Já para um animal mais reservado, medroso, ou até idoso, com menos atividades diárias, a melhor opção pode ser contratar alguém que vá até a sua casa para cuidar dele. O ideal é que essa pessoa possa passar um tempo com ele, levá-lo para passear e dar comida, tudo no conforto do seu lar.

O que avaliar?

Se você optar por um pet hotel, pesquise sobre a qualidade e idoneidade do local e faça um teste de um dia com o peludo antes da data da viagem. Assim, dá para avaliar a adaptação do pet no hotel escolhido, ver as atividades oferecidas pelo local, o espaço que o cão terá para brincar, os horários de alimentação, e conferir se haverá um profissional no local dia e noite, a fim de evitar que algum imprevisto aconteça durante a sua ausência.

Como muitos cães ficam juntos no hotel, pode acontecer alguma briga ou brincadeira mais forte em que o cão acabe se machucando. Por isso, ele pode voltar para casa com algumas escoriações. O dono deve ficar ciente dos incidentes que podem acontecer caso ele fique em um local com outros cachorros.

Good morning Murphy

Se a opção for receber um profissional em casa, o mesmo teste deve ser feito, porém, por mais de um dia. O dono deve avaliar se o cão ou gato se deu bem com o cuidador, se ficou feliz na sua presença, qual o tempo que esse profissional irá disponibilizar para o peludo, se fará a higiene do local, dará a comida na hora certa, terá disponibilidade para passeios e deixará o ambiente do pet enriquecido ( com brinquedos e petiscos escondidos para ele interagir).

Também é importante lembrar que o peludo ficará sozinho durante algumas horas do dia e ao longo de toda a noite, então ele deve estar com a saúde em dia e não necessitando de cuidados específicos. Além disso, ele precisa estar acostumado a ficar sozinho e o dono deve ter em mente que nesse período pode acontecer algum acidente.

Há ainda a possibilidade de optar por uma hospedagem domiciliar, oferecida através de aplicativos como o Dog Hero e o Pet Anjo, em que o cachorro fica hospedado na casa de uma outra pessoa apaixonada por cães. Neste caso, o dono deverá tomar todos os mesmos cuidados do hotel, pois o cão estará fora do seu ambiente normal.

Carolina Romanini

Apaixonada por animais, já escreveu sobre o assunto para veículos como Veja e Veja São Paulo. Tem três peludos em casa: Ernesto (um buldogue francês vida mansa), Nina (a vira-lata mais elegante e ciumenta do mundo) e Ronda (uma scottish terrier com personalidade de onça).

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